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Big Brother 11, Ronaldinho no Flamengo, final da novela das oito… Será que há algo mais importante para se preocupar?

Posted by Tatyana Medeiros em 14 de janeiro de 2011

Por Tatyana Medeiros

Começa o novo Big Brother, milhares de pessoas a frente da televisão para ver os novos participantes ou o novo líder da casa. Lá na Gávea uma loucura total, uma multidão de torcedores disputam espaço e arrancam a grade de proteção para chegar mais próximo do jogador ídolo Ronaldinho Gaúcho.  Afinal quem matou Saulo? É o que todos querem saber… Enquanto isso mais de quinhentas pessoas morrem soterradas no Rio de Janeiro.  Então, em que devemos nos preocupar?

Tragédias como está que ocorre no Rio de Janeiro, se repete a cada ano na temporada de chuvas fortes do verão, e podemos dizer que muitas delas ocorrem por omissão do poder público. Mas quem é esse poder público? E por que não desempenha o papel de resolver os problemas do cotidiano?

Entre várias explicações o fato é que os agentes públicos não são devidamente cobrados pela sociedade, e o Estado pouco se interessa, pois os políticos que estão a sua frente se preocupam apenas com o poder e como manter-se nele.

 Nossa capacidade de se indignar com um mal governo é substituída por prazeres impostos pela cultura televisiva que espetaculariza qualquer assunto na busca por audiência. Um exemplo é a forma com que o desastre causado pelas chuvas no sudeste está sendo transmitido, “São cenas de filmes protagonizados por gente de verdade”. Não devemos ficar apenas em frente à televisão. É necessário cobrar do poder público ações que tragam segurança e conforto para o cidadão, não esperar que tragédias ocorram para a partir daí tomarem medidas emergenciais. O serviço de política habitacional e de vários outros setores seja feito todos os dias, pois o povo merece respeito.

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Uma resposta to “Big Brother 11, Ronaldinho no Flamengo, final da novela das oito… Será que há algo mais importante para se preocupar?”

  1. Se o programa do Governo Federal, de habitação “Minha casa minha vida”, funcionasse como deveria, as pessoas não precisavam morar em locais sub-humanos, à beira da morte, e mesmo com o salário mínimo sendo uma vergonha, eles se esforçariam para ter um lugar digno para passar os dias de suas vidas.

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